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Missao Tabernaculo - Um Jeito Novo de Evangelizar

Austrália: feto de 22 semanas tem perna operada
Cirurgiões australianos salvaram a perna de um feto de 22 semanas, na primeira operação cirúrgica realizada na Austrália antes dos sete meses de gravidez, informaram hoje fontes médicas.
O bebê, que sofria uma anomalia pela qual o tecido que o rodeia cortava o sangue que deveria chegar a suas pernas, foi operado dentro do útero de sua mãe, que se encontra internada no hospital Monash Medical de Melbourne.
Os pais decidiram autorizar a operação depois que os médicos informaram que, em caso contrário, a menina teria que ter a perna amputada após o nascimento.
Um porta-voz do hospital indicou que é a primeira vez na Austrália que se opera um feto antes que se completem 28 semanas de gravidez, quando as possibilidades de sobrevivência do bebê são maiores.
A operação foi realizada através do abdômen da mãe, com um telescópio de dois milímetros de grossura, a fim de aplicar o laser necessário para cortar o tecido que impedia o fluxo sanguíneo da perna esquerda do feto.
A Síndrome da Banda Amniótica é uma anomalia destrutiva, que ocorre em um de cada 15 mil nascimentos, e pode afetar qualquer estrutura do feto, especialmente as extremidades.
O Sangue do Senhor
Foi pelo Seu preciosíssimo Sangue derramado na cruz redentora que cada um de nós, batizados, foi salvo da morte eterna e da corrupção do pecado. Que mistério insondável! Mas não há como fugirmos dele para conseguirmos a graça da salvação. Infelizmente pouco se fala sobre este “mistério da fé” em nossas igrejas e reuniões; e, no entanto, sem ele toda a nossa fé se esvazia. O mistério do Sangue do Senhor, derramado por você e por mim, é o mistério insondável do infinito amor de Deus por nós. O próprio Senhor no-lo revelou quando disse a Nicodemos: “Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16). Ninguém será autenticamente cristão enquanto não perceber esse amor de Deus e não responder a ele com grande fidelidade. Dizia São João da Cruz que “amor só com amor se paga”.
A oblação do Sangue vertido na cruz por Jesus, vítima de expiação por nossos pecados, é a prova da vida do Senhor oferecida por nós.
São Paulo disse: “Cristo adquiriu-nos com Seu Sangue uma redenção eterna” (citação livre de Hb 9,11-12); destruiu pela sua morte “aquele que tinha o império da morte, isto é, o demônio” (Hb 2,14b); “entregou-se por nós, para nos remir de toda iniqüidade e purificou para Si um povo” (citação livre de Tt 2,14). O apóstolo não se cansou de repetir esta verdade essencial e central de sua pregação: “Ele nos arrancou do poder das trevas e nos introduziu no reino de seu Filho muito amado” (Cl 1,13); “[Ele] me amou e se entregou por mim” (Gl 2,20c).
Enquanto não sentirmos profundamente esta verdade - “Ele me amou e se entregou por mim” -, nossa vida cristã não poderá chegar à perfeição querida por Deus. É a contemplação desse amor por mim e desse sangue derramado por mim que produz em nós toda a propulsão da vida espiritual. Nenhum santo chegou à santidade sem a profunda contemplação e adoração da cruz e do Crucificado. Todos, sem exceção, encontraram aí toda a razão e a força da sua caminhada.
É o Sangue de Cristo que salva!
“Eis o Cordeiro de Deus” (Jo 1,36b).
Ele próprio deixava claro que o mundo não seria salvo por Seus milagres, mas por Sua morte. É um mistério que devemos aceitar com grande amor e reverência. Dizia aos discípulos: “É necessário que o Filho do Homem padeça muito, seja rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e pelos escribas e seja morto, mas ressuscitará depois de três dias” (citação livre de Mc 8,31). E, quando Pedro O repreendeu, Ele lhe disse: “Afasta-te de mim, Satanás, porque teus sentimentos não são os de Deus, mas os dos homens” (Mc 8,33b).
Cristo nasceu para morrer! Sabia disso, e nada podia impedi-lO de derramar Seu Sangue por nós. Na ceia, Ele declarou: “Isto é meu sangue, o sangue da Nova Aliança, derramado por muitos homens em remissão dos pecados” (Mt 26,28).
É esse Sangue que salva e purifica cada um de nós. Já que ele foi derramado por nós, temos de invocá-lo constantemente para nos livrar de todos os males do corpo e da alma.
O apóstolo São João, segundo o Apocalipse, viu aquela grande multidão, e lhe foi dito: “Esses são os sobreviventes da grande tribulação; lavaram as suas vestes e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap 7,14b). Só o Sangue bendito desse Cordeiro imaculado pode nos purificar de todo o mal. Ainda não nos apropriamos devidamente desta grande graça: o Sangue do Senhor derramado por nós. Ainda não aprendemos a invocá-lo nas horas de tribulação, de dor, de angústia...
É preciso fazermos como os santos faziam: invocar este Sangue redentor e deixá-lo lavar a alma e a consciência, para podermos viver segundo a justiça de Deus.
“Por este Sangue”, disse São Paulo, “Jesus entrou no céu para agora apresentar-se a nosso favor ante a face de Deus” (citação livre de Hb 9,24); e, cheio de esperança, afirmou: “temos ampla confiança de poder entrar no santuário eterno, em virtude do sangue de Jesus” (Hb 10,19). Por isso: “Aproximemo-nos, pois, confiadamente do trono da graça, a fim de alcançar misericórdia e achar a graça de um auxílio oportuno” (Hb 4,16).
Precisamos olhar constantemente para a cruz do Gólgota e implorar que o Sangue sacrossanto do Cordeiro nos liberte de todo o mal e nos dê a Sua vida.
Namoro, tempo de conhecer e de escolher
Quando você vai comprar um sapato ou um vestido, não leva para casa o primeiro que experimenta, é claro. Você escolhe, escolhe... até gostar da cor, do modelo, do preço, e servir bem nos seus pés ou no seu corpo. Se você escolhe com tanto cuidado um simples sapato, uma calça, quanto mais cuidado você precisa ter ao escolher a pessoa que deve viver ao seu lado para sempre! Talvez você possa um dia mudar de casa, mudar de profissão, mudar de cidade, mas não poderá trocar de esposa ou de marido. É claro que você não vai escolher a futura esposa, ou o futuro marido, como se escolhe um sapato.
Já dizia o poeta que "com gente é diferente". Mas, no fundo será também uma criteriosa escolha. Se você quiser levar para casa o primeiro par de sapatos que você calçou, só porque o preço é bom, pode ser que você se arrependa depois quando perceber que não era de couro legítimo, mas sintético.
Se você escolher namorar aquela garota, só porque ela é "fácil", pode ser que você chore depois se ela o deixar por outro, fazendo o seu coração sangrar. Se você decidir levar aquele par de sapatos, só porque é bonito e está na moda, mesmo que aperte um pouco os seus pés, pode ser que depois você volte do baile com ele nas mãos porque não o agüenta mais nos pés. Se você escolher aquele rapaz só porque ele é um "gato", pode ser que amanhã ele faça você chorar quando se cansar de você.
O namoro é este belo tempo de saudável relacionamento entre os jovens, onde, conhecendo-se mutuamente, eles vão se descobrindo e fazendo "a grande escolha". Já ouvi alguém dizer, erradamente, que "o casamento é um tiro no escuro" ; isto é, não se sabe onde vai acertar; não se sabe se vai dar certo.
Isto acontece quando não há preparação para a união definitiva, quando não se leva a sério o amor pelo outro. A preparação para o seu casamento começa no namoro, quando você conhece o outro e verifica se há afinidade dele com você e com os seus valores. O casamento só é um "tiro no escuro", para aqueles que se casaram sem se conhecer, porque, então, namoraram mal. Se o seu namoro for sério, seu casamento não será um tiro no escuro, e nem uma roleta da sorte. O seu casamento vai começar num namoro.
É claro que a primeira exigência tem que ser a reta intenção sua e do outro, mesmo que ninguém esteja pensando ainda em noivado. Não brinque com o namoro, não faça dele apenas um passa – tempo, ou uma "gostosa" aventura; você estaria brincando com a sua vida e com a vida do outro. Só comece a namorar quando você souber porque vai namorar. Mais importante do que a idade para começar a namorar, 15 anos, 17 anos, 22 anos, é a sua maturidade. A idade em que você deve começar a namorar é aquela na qual você já pensa no casamento, com seriedade, mesmo que ele esteja ainda longe. Para que você possa fazer bem uma escolha, é preciso que saiba antes o que você quer. Sem isto a escolha fica difícil.
Não é verdade que quando você sai para comprar um sapato, já sabe qual é a cor que prefere, o modelo e o preço adequado ao seu bolso? Que tipo de rapaz você quer? Que qualidades a sua namorada deve ter? O que você espera dele ou dela? Esta premissa é fundamental. Se você não sabe o que quer, acaba levando qualquer um ... só porque caiu na sua frente. Os valores do seu namorado devem ser os mesmos valores seus, senão, não haverá encontro de almas. Se você é religiosa e quer viver segundo a Lei de Deus, como namorar um rapaz que não quer nada disso? É preciso ser coerente com você. Não basta que o sapato seja bonito, tem que servir nos seus pés.
Se você tem uma boa família, seus pais se amam, seus irmãos estão juntos, então será difícil construir a vida com alguém que não tem um lar e não dá importância para o valor da família. Quem não experimentou o calor de um lar não sabe dar valor para a família. Será difícil construir uma família junto com alguém que não entende a sua importância. As leis de Deus e da Igreja são exigentes e determinam o nosso comportamento. Será impossível vivê-las se o outro não os aceita. Tenho encontrado muitos casais de namorados e de casados que vivem uma dicotomia nas suas vidas religiosas; e isto é motivo de desentendimento entre eles. Há jovens que pensam assim: "eu sou religiosa e ele não; mas, com o tempo eu o levo para Deus".
Isto não é impossível; e tenho visto acontecer muitas vezes. No entanto, não é fácil. E a conversão da pessoa não basta que seja aparente e superficial; há que ser profunda, para que possa satisfazer os seus anseios religiosos. Não se esqueça que a religião é um fator determinante na educação dos filhos, para aqueles que a prezam. Não tenho dúvida de dizer a você que não renuncie aos seus valores na escolha do outro. Se é lícito você tentar adequar-se às exigências do outro, por outro lado, não é lícito você matar os seus valores essenciais para não perdê-lo.
Não sacrifique o que você é, para conquistar alguém. Há coisas secundárias dos quais podemos abdicar, sem comprometer a estrutura básica da vida, mas há valores essenciais que não podem ser sacrificados. Você poderá aceitar uma vida mais simples e mais pobre do que aquela que você tinha na sua família, ou poderá viver numa outra cidade que não é a que você gostaria, etc. São preferências periféricas, que são superadas pelo amor que o outro dedica a você. Mas aquilo que é essencial, não pode ser abdicado. Já vi muitas moças cristãs aceitarem um namoro com alguém divorciado, por medo de ficarem sós. É melhor ficar só, do que violar a Lei de Deus; pois ninguém pode ser plenamente feliz se não cumpre a vontade dAquele que nos criou. Portanto, saiba o que você quer, e saiba conquistá-lo sem se render. Não se faça de cego, nem de surdo, e nem de desentendido.
Para que você possa chegar um dia ao altar, você terá que escolher a pessoa amada; e, para isto é fundamental conhecê-la. O namoro é o tempo de conhecer o outro. Mais por dentro do que por fora. E para conhecer o outro é preciso que ele "se revele", se mostre. A recíproca é verdadeira. Saiba que cada um de vocês é um mistério, desconhecido para o outro. E o namoro é o tempo de revelar (= tirar o véu) esse mistério. Cada um veio de uma família diferente, recebeu valores próprios dos pais, foi educado de maneira diferente e viveu experiências próprias, cultivando hábitos e valores distintos.
Tudo isto vai ter que ser posto em comum, reciprocamente, para que cada um conheça a "história " do outro. Há que revelar o mistério! Se você não se revelar, ele não vai conhecê-la, pois este mistério que é você, é como uma caixa bem fechada e que só tem chave por dentro. É a sua intimidade que vai ser mostrada ao outro, nos limites e na proporção que o relacionamento for aumentando e se firmando. É claro que você não vai mostrar ao seu namorado, no primeiro dia de namoro, todos os seus defeitos.
Isto será feito devagar, na medida que o amor entre ambos se fortalecer. Mas há algo muito importante nesta revelação própria de cada um ao outro: é a verdade e a autenticidade. Seja autêntico, e não minta. Seja aquilo que você é, sem disfarces e fingimentos mostre ao outro, lentamente, a sua realidade. Não faça jamais como aquele rapaz que, querendo conquistar uma bela garota, garantiu-lhe que o pai tinha um belo carro importado...; mas quando ela foi conferir havia só um velhofusca na garagem.
A mentira destrói tudo, e principalmente o relacionamento. Mas para que você faça uma boa comunicação de você mesmo é preciso que tenha autocrítica e auto aceitação. Só depois é que você pode se revelar claramente. É preciso coragem para fazer esta auto análise e se conhecer, para se revelar. Não tenha vergonha da sua realidade, dos seus pais, da sua casa, dos seus irmãos, etc.
Se o outro não aceitar a sua realidade, e deixá-lo por causa dela, fique tranquilo, esta pessoa não era para você, não o amava. Uma qualidade essencial do verdadeiro amor é aceitar a realidade do outro. O amor pelo outro cresce na medida que você o conhece melhor. Não se ama alguém que não se conhece. Não fique cego diante do outro por causa do brilho da sua beleza, da sua posição social ou do seu dinheiro. Isto impediria você de conhecê-lo interiormente e verdadeiramente.
Lembre-se de uma coisa, aquilo que dizia Saint Exupéry: "o importante é invisível aos olhos". "Só se vê bem com o coração". São Paulo nos lembra que o que é material é terreno e passageiro, mas o que é espiritual é eterno. Tudo o que você vê e toca pode ser destruído pelo tempo, mas o que é invisível aos olhos está apegado ao ser da pessoa e nada pode destruir.
Esse é o seu verdadeiro valor. O carro que ele tem hoje, amanhã pode não ter mais. A beleza do corpo dela hoje, amanhã não existirá mais quando o tempo passar, os filhos crescerem...
Mas aquilo que está no "ser" dele ou dela, ficará sempre, e é isto que dará estabilidade ao casamentoe garantirá a felicidade duradoura de você, da família e dos filhos. Portanto, conheça a "história" e o "coração" da pessoa que está hoje ao seu lado. Quem ele é? Logo que a criança entra na escola e aprende a ler, já começa a estudar a história do Brasil. É para que ela conheça o Brasil; e conhecendo-o, compreenda-o, ame-o, ajude-o... O mesmo se dá entre as pessoas. Quando você mergulha na história do outro, conhece os seus dramas e os fatos que a determinaram, então você o compreende melhor e tem mais motivações para compreendê-lo, tem mais paciência para ouvi-lo, perdoá-lo e ajudá-lo.
Aí está o segredo de um relacionamento profundo e que propicia um conhecimento interior adequado de ambas as partes. E aqui você percebe porque é importante que o relacionamento seja maduro; cada um vai expor ao outro o seu coração, as suas reservas mais secretas. É por isso que o namoro não pode ser uma brincadeira sem qualquer responsabilidade. Você precisa saber guardar as confidências do outro, mesmo amanhã se o namoro terminar. Há coisas que temos de ter a grandeza de levar para o túmulo conosco, sem revelar a ninguém. Quando alguém abre-lhe o coração está depositando toda a confiança em você, e espera não ser traído. Portanto, cuidado com o que você conta a terceiros sobre o seu namoro; nem tudo poderá ser contado aos outros. Você não gostaria que ele revelasse aos outros as sua confidências, então não revele as confidências dele.
Jesus nos manda não fazer aos outros aquilo que não queremos que seja feito conosco. É uma regra de ouro. Quando conhecemos o interior de uma caverna vemos coisas belas, mas outras assustadoras. Há belos lagos escondidos, com águas cristalinas, e formações calcáreas bonitas; mas há também cantos escuros com morcegos e outros bichos. Nem por isso a caverna deixa de ser atraente e rica. Da mesma forma a pessoa que está a seu lado. No seu interior há belas passagens, mas pode haver também recantos escuros. Saiba valorizar o que há de belo no interior da pessoa, antes de deter-se nos seus pontos escuros.
Saiba ver no outro, primeiro o que ele tem de bom, e só depois encare o seu lado difícil. Saiba elogiar e fazer crescer o que há de bom, e cure com carinho as feridas que precisam ser tratadas. Isto mostra-nos que não há o chamado "amor a primeira vista". O amor não é um ato de um momento, mas se constrói "a cada momento". Não se pode conhecer uma pessoa "à primeira vista", é preciso todo um relacionamento. Só o tempo poderá mostrar se um namoro deve continuar ou terminar, quando cada um poderá conhecer o interior do outro, e então, puder avaliar se há nele as exigências fundamentais que você fixou.
Um indício de que o relacionamento começou bem é a ausência de brigas e desentendimentos, por pequenas coisas sobretudo. Se nesta fase feliz do namoro, onde as preocupações de cada um são poucas, já existem muitas brigas, creio que isto seja um sinal de que a coisa não vai bem. Não há que se ter escrúpulos para terminar um namoro; basta que haja sinceridade e delicadeza para que o seu término não deixe feridas em cada um. Eis aqui uma questão importante; você não pode criar uma esperança vazia no outro, levá-lo às alturas nos seus sonhos, e depois, de repente, jogar tudo no chão. Seria uma covardia!
Não brinque com os sentimentos e com a vida do outro, da mesma forma que você não quer que faça assim com a sua. Não alimente no outro esperança falsa. É válido tentar prolongar um pouco aquele namoro difícil, para tentar ainda um discernimento melhor; mas você não deve iludir o outro nem um dia a mais, se chegou à conclusão que não é com esta pessoa que você vai poder construir uma vida a dois.
É melhor ter a coragem de terminar hoje um namoro que não vai bem, do que chorar amanhã por ter perdido o tempo em um relacionamento infrutuoso. O tempo de namoro é também o tempo de conhecer a família do outro. Conhecer a família é imprescindível para você conhecer a história da pessoa, já que ela é seu fruto. Em todas as famílias há valores próprios, denominadores comuns, frutos da cultura familiar e da educação, isto que o povo chama de "berço". Ali você encontrará valores e desvalores; e saiba que o seu namorado vai trazê-los para o relacionamento com você. Isto é certo.
Portanto, para conhecer bem e poder escolher bem, você terá que olhar "de olhos abertos" a realidade familiar do outro que se põe diante de você; não para discriminar, mas para conhecer. É um grave engano pensar que você vai namorar, e quem sabe casar-se com ele ou com ela, e não com a sua família; e que portanto, a sua família não importa. A voz do sangue fala muito forte em todos nós; e, se não soubermos lidar com ela, muitos estragos podem acontecer. Não se assuste com aquilo que você não gostar na família dele; aceite a sua realidade, e não a condene. Saiba discernir com sabedoria e coragem se nesta realidade que você encontrou há aqueles valores mínimos que você já fixou para a sua vida. Não feche os olhos para a realidade da família do outro, para que você possa conhecê-lo. Saiba que nunca você vai encontrar uma família ideal, mas procure conhecê-la, para conhecer quem está com você. Conhecendo a família dele você vai conhecer muito daquilo que está no seu interior. Toda família tem uma série de valores e também de problemas. Você terá que avaliar também isto para chegar ao discernimento sobre o seu namoro.
Não se trata de "julgar" a família do outro, e muito menos de menosprezá-la; mas você tem o direito de construir a sua vida e a sua família sobre valores que lhe são caros. É verdade que mesmo de famílias complicadas, e às vezes até destruídas, podem sair belas criaturas, mas saiba que isto não é a regra geral. O normal é que as pessoas bem formadas estejam nas famílias que se prezam. Tudo isto é importante para que o seu casamento, no futuro, não seja "um tiro no escuro". O importante é ter os olhos abertos e não se fazer de cego. O coração não pode cegar o espírito. Não deixe de ouvir a opinião de seus pais. Muitos namoros e casamentos foram mal porque os jovens não quiseram ouvir os pais. Eles são experientes, e amam você, de verdade. Não se faça de surdo às suas advertências. Eles conhecem os perigos da vida muito melhor do que você.
Para você meditar:
"LEMBRA-TE, SENHOR ..."
"Lembra -Te, Senhor de que sou Tua criatura. Lembra - Te de que me fizeste nascer para a vida. Eu não existia e Tu me concebeste em Tua mente. Tu me tiraste do nada, e me deste a graça de responder-Te: eu existo. Pela Tua secreta providência, Tu me guiaste, pela estrada da minha existência. Dispuseste as etapas da minha caminhada. De longe me chamaste a fim de que de perto eu Te responda. Foi assim que comecei a existir, criatura de Tuas mãos, argila disforme e imagem do Teu semblante.
Restaura-me à Tua semelhança, ó Senhor, sem me julgar se eu a esqueci. Sou frágil em Tuas mãos poderosas, minha fraqueza é o sinal da Tua soberania. Mas as Tuas mãos são suaves, suaves mesmo quando me põem à prova. Tuas mãos aliviam e sustentam. Tuas mãos castigam e vivificam. Eu lhes entregarei a minha vida. O dom que Tu me deste, eu confiarei a Ti. Lá onde nada se perde, eu perderei o meu ser. Em Ti, ó Senhor, o meu princípio e o meu fim." SEJA! Se você não puder ser um pinheiro no topo de uma colina, Seja um arbusto no vale. Mas seja o melhor arbusto à margem do regato. Seja um ramo, se não puder ser uma árvore. Se não puder ser um ramo, seja um pouco de relva E dê alegria a algum caminho.
Se você não puder ser almíscar, seja então apenas uma tília. Mas a tília mais viva do lago ! Não podemos ser todos capitães; temos de ser tripulação. Há alguma coisa para todos nós aqui. Há grandes obras e outras menores a realizar, E é a próxima tarefa que devemos empreender. Se você não puder ser uma estrada, seja uma senda. Se não puder ser o sol, seja uma estrela. Não é pelo tamanho que terá êxito ou fracasso. Mas seja o melhor do que quer que você seja !
Douglas Malloch
Namoro e Sexo
Por que o namoro não é o tempo de viver a vida sexual? Qual o sentido do sexo ? O sexo tem duas dimensões, finalidades: unitiva e procriativa. Deus fez do casal humano “a nascente da vida”, disse o Papa Paulo VI; e assim deu ao homem a missão de gerar e educar os filhos. Nenhuma outra é mais nobre do que esta. Se é belo construir casas, carros, aviões ..., mais belo ainda é gerar é educar um ser humano, imagem e semelhança de Deus. Nada se compara à missão de ser pai e mãe. Um dia os computadores vão deixar de calcular, os carros de rodar, os aviões de voar... mas jamais o ser humano acabará, pois tem uma alma imortal. Na aurora da humanidade Deus disse ao casal: “multiplicai´vos”. “A dualidade dos sexos foi querida por Deus, para que o homem e a mulher, juntos, fossem a imagem de Deus”, disse certa vez o Papa Paulo VI. É através da atividade sexual que o casal se multiplica e se une profundamente; isto é um desígnio de Deus. O ato sexual é o ato “fundante” da geração do filho, porque é por ele que a doação amorosa do casal acontece.
É por isso que a Igreja não aceita outra maneira de gerar a vida humana. Por outro lado, a relação sexual une o casal mais fortemente. Há muitas maneiras de se manifestar o amor: um gesto atencioso, uma palavra carinhosa, um presente, uma flor, um telefonema..., mas a mais forte manifestação de amor entre o casal, é o ato sexual. Ali cada um não apenas dá presentes ao outro, nem só palavras, mas se dá ao outro fisicamente e espiritualmente. Ora, você só pode entregar a sua intimidade profunda a alguém que o ama e que tem um compromisso de vida com você. Qual é a diferença entre o sexo no casamento, realizado com amor e por amor, e a prostituição? É o amor. Se você tirar o amor, o sexo se transforma em prostituição, comércio. Já chegaram até ao absurdo de querer legalizar a “profissão” de prostituta. Aquele que tem uma relação sexual com a prostituta está preocupado apenas com o prazer, e não tem qualquer compromisso com ela. Acabada a relação, paga e vai embora. Não importa se amanhã esta mulher está grávida, doente, ou passando fome, não lhe interessa, ele pagou pelo “serviço”. Veja, isto é sexo sem amor, sem compromisso de vida, sem uma aliança. É o desvirtuamento do sexo, a prostituição. No plano de Deus o sexo é diferente, é manifestação do amor conjugal; é uma verdadeira liturgia desse amor, cujo fruto será o filho do casal.
Na fusão dos corpos se celebra profundamente o amor de um pelo outro: a compreensão recíproca, a paciência exercida, o perdão dado, o diálogo mantido, as lágrimas derramadas... é a festa do amor conjugal. Por isso é o ato fundante da vida. O ato sexual vai muito além de um mero ato físico; a união dos corpos sinaliza a união dos corações e dos espíritos pelo amor. Não deveriam se unir fisicamente aqueles casais que não tivessem os corações unidos. É por causa disto que há tanto desastre na vida sexual de certos casais; unem os corpos sem unir as almas. Nesta “festa” do amor conjugal, o casal se une fortemente, e no ápice do seu prazer, Deus quis que o filho fosse gerado. Assim, ele não é apenas carne e sangue dos seus pais, mas amor do seu amor. É por isso que a Igreja ensina que o ato sexual, para não ser desvirtuado, deve sempre estar aberto à geração da vida, sem que isto seja impedido por meios artificiais. Ora, se o ato sexual gera a vida de um novo ser humano, ele precisa ser acolhido em um lar pelos seus pais. É um direito da criança que vem a este mundo. Nem o namoro, nem o noivado oferece ainda uma família sólida e estável para o filho. Não existe ainda um compromisso “ até que a morte os separe”. É por isso que o sexo não deve ser vivido no namoro e no noivado. Ao contrário do que acontece hoje comumente, a última entrega ao outro deveria ser a do próprio corpo, só depois que os corações e as vidas estivessem unidas e compromissadas por uma “aliança” definitiva. Se você apanhar e comer uma maçã ainda verde, ela vai fazer mal a você, e se estragará. Se você viver a vida sexual antes do casamento, você só terá problemas e não alegrias.
O sexo é belo e puro quando vivido segundo a lei de Deus; todos nós viemos ao mundo por ele. Se ele fosse sujo, a criança recém nascida não seria tão bela e inocente. O que deturpa o sexo é o seu uso antes ou fora do casamento. O livro do Gênesis assegura que ao criar todas as coisas Deus “viu que tudo era bom” (Gen. 1,25). Portanto, tudo o que Deus fez é belo, também o sexo. O mal, muitas vezes, consiste no uso mau das coisas boas. Por exemplo, uma faca é uma coisa boa; sem ela a cozinheira não faz o seu trabalho. Mas, se um criminoso usar a faca para tirar a vida de alguém, nem por isso a faca se torna má. Não. O mal é o uso errado que se fez dela. Da mesma forma o sexo é algo criado por Deus e maravilhoso. No plano de Deus a vida sexual só tem lugar no casamento. São Paulo há dois mil anos já ensinava aos Coríntios: “A mulher não pode dispor do seu corpo: ele pertence ao seu marido. E também o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa” (1 Cor 7,4). O Apóstolo não diz que o corpo da namorada pertence ao namorado, e nem que o corpo da noiva pertence ao noivo. A união sexual só tem sentido no casamento, porque só ali existe um “comprometimento” de vida conjugal, vida a dois, onde cada um assumiu um compromisso de fidelidade com o outro para sempre. Cada um é “responsável pelo outro” até a morte, em todas as circunstâncias fáceis e difíceis da vida.
Sem este “compromisso de vida” o ato sexual não tem sentido, e se torna vazio e perigoso. As conseqüências do sexo vivido fora do casamento são terríveis: mães e pais solteiros; filhos abandonados, ou criados pelos avós, ou em orfanatos. Muitos desses se tornam os “trombadinhas” e delinqüentes que cada vez mais enchem as nossas ruas, buscando nas drogas e no crime a compensação de suas dores. Quantos abortos são cometidos porque busca´se apenas egoisticamente o prazer do sexo, e depois elimina´se o fruto, a criança! Só no Brasil são 4 milhões por ano. Quatro milhões de crianças assassinadas pelos próprios pais! As doenças venéreas são outro flagelo do sexo fora do casamento. Ainda hoje convivemos com os horrores da sífilis, blenorragia, cancro, sem falar do flagelo moderno da AIDS. Por causa dessa desvalorização da vida sexual, e da sua vivência de modo irresponsável e sem compromisso, assistimos hoje esse triste espetáculo de milhões de meninas adolescentes de 12 a 15 anos, grávidas.
A nossa sociedade é perversa e irresponsável. Incita o jovem a viver o sexo de maneira precoce e sem compromissos, e depois fica apavorada com a tristeza das meninas grávidas. Isto é fruto da destruição da família, do chamado “amor livre”, e do comércio vergonhoso que se faz do sexo através da televisão, dos filmes eróticos, das revistas pornográficas e, agora, até através do telefone e da internet. Como não acontecer que milhões de jovens – quase meninas – fiquem grávidas? Quando se põe fogo na palha seca, é claro que ela queima ... E o que serão dessas crianças criadas por essas meninas, sem o pai ao lado, sem uma família que a acolha amanhã? Muitos jovens viciados no “crack” e nas drogas, assaltantes e ladrões, estão nesta vida porque faltaram´lhes os pais, faltou uma família. Veja jovem, quanta tristeza causa o sexo fora e antes do casamento. Quantos lares foram também destruídos por causa dos adultérios! Quantos filhos abandonados e carentes porque os pais viveram aventuras sexuais fora do casamento e se separaram! Não há hoje como negar que o triste espetáculo dos jovens carentes, abandonados, drogados, metidos na violência, no álcool e no crime, é fruto da destruição familiar, que acontece porque viveu´se o sexo fora do casamento. Quantos rapazes engravidaram a namorada, e tiveram de mudar totalmente o rumo de suas vidas! Às vezes são obrigados a deixar os estudos para trabalhar; vão morar na casa dos pais ... sem poderem constituir uma família como convém. Se você quiser formar uma família bem constituída, que lhe dê alegria e realização, então, “não passe o carro na frente dos bois”. A sua futura família começa a ser bem edificada no seu namoro, não vivendo nele a vida sexual para não estragar os seus alicerces. É preciso dizer aqui que a parte que mais sofre com a vida sexual fora de lugar, é a mulher. A jovem, na sua psicologia feminina, não esquece os menores detalhes da sua vida amorosa. Ela guarda a data do primeiro encontro, o primeiro presente, etc...; será que ela vai esquecer a primeira relação sexual? É claro que não! Esta primeira relação deve acontecer num ambiente preparado, na lua de mel, onde a segurança do casamento a sustenta.
A vida sexual de um casal não pode ser começada de qualquer jeito, às vezes dentro de um carro numa rua escura, ou mesmo num motel, que é um antro de prostituição. Além do mais, quando o namoro termina, as marcas que o sexo deixou ficam no corpo da mulher para sempre. Para o rapaz tudo é mais fácil. Então, como é que você quer exigir da sua namorada o seu corpo, se você não têm um compromisso de vida assumido com ela, para sempre. Não é justo e nem lícito exigir o corpo de uma mulher antes de colocar uma aliança ´–prova de amor e de fidelidade – na sua mão esquerda. O namoro é o tempo de conhecer o coração do outro, e não o seu corpo; é o momento de explorar a sua alma, e não o seu físico. Para tudo tem a hora certa, onde as coisas acontecem com equilíbrio e com as bênçãos de Deus. Espere a hora do casamento, e então você poderá viver a vida sexual por muitos anos e com a consciência em paz, certo de que você não vai complicar a sua vida, a da sua namorada, e nem mesmo a da criança inocente.
A melhor proposta para o namoro é uma vida de castidade, que é a melhor preparação para o casamento. Sem dúvida, um casal de namorados que souber aguardar a hora do casamento para viver a vida sexual, é um casal que exercitou o autocontrole das paixões e saberá ser fiel um ao outro na vida conjugal. Também os noivos não estão aptos ainda para a vida sexual. O Catecismo da Igreja diz que : “Os noivos são convidados a viver a castidade na continência. Nessa provação eles verão uma descoberta do respeito mútuo, uma aprendizagem da fidelidade e da esperança de se receberem ambos da parte de Deus” (§ 2350). E ensina que a vida sexual é legítima e adequada aos esposos. “Os atos com os quais os cônjuges se unem íntima e castamente são honestos e dignos. Quando realizados de maneira verdadeiramente humana, testemunham e desenvolvem a mútua doação pela qual os esposos se enriquecem com o coração alegre e agradecido”. (CIC, 2362; GS, 49). Caro jovem, eu sei que esta proposta não é fácil, pois eu também passei por ela na minha juventude; mas eu quero dizer´lhe que é muito bela. Eu sei que o mundo lhe diz exatamente o contrário, pois ele não quer “entrar pela porta estreita” (Mt 7,14), mas que conduz à vida. Peço que você faça esta experiência: veja quais são as famílias bem constituídas, veja quais são os casamentos que estão estáveis, e verifique sob que bases eles foram construídos. Você verá que nasceram de casais de namorados que se respeitaram e não brincaram com a vida do outro.
Para você meditar: FILHO DE REI
Senhor, Não há esbanjamento na criação? Os frutos não compensam o desperdício das sementes. As fontes espalham excessos de água. O sol derrama dilúvios de luz. Que a tua magnanimidade Me ensine a grandeza de alma! Que a tua magnificência Me livre de ser pequenino! Que, vendo´te pródigo, generoso e bom, Eu dê sem contar, Sem medir, Como Filho de Rei, Como filho de Deus!
ESCOLHA
Usa com sabedoria teu poder de escolha. Escolhe amar ....... em vez de odiar. Escolhe rir ........ em vez de chorar. Escolhe criar ....... em vez de destruir. Escolhe perseverar ..... em vez de desistir. Escolhe louvar ....... em vez de difamar. Escolhe esconder ..... em vez de aparecer Escolhe elogiar ...... em vez de criticar. Escolhe aprender ...... em vez de ensinar. Escolhe curar ...... em vez de ferir. Escolhe dar ...... em vez de receber. Escolhe perdoar ....... em vez de condenar. Escolhe agir ....... em vez de desistir. Escolhe sofrer ......... em vez de brigar. Escolhe crescer ......... em vez de apodrecer. Escolhe calar ........ em vez de impor. Escolhe abençoar.... em vez de amaldiçoar Escolhe orar .......... em vez de desesperar. Escolhe morrer ....... em vez de matar. Escolhe crer .......... em vez de duvidar. Escolhe perder... ao invés de roubar. Escolhe chorar... em vez de ferir.
DO Livro: NAMORO do Prof. Felipe de Aquino
Um escudo para os nossos relacionamentos
O mundo vê a castidade como um tabu
Uma verdadeira amizade em Cristo não é governada pelos instintos nem motivada por interesses, mas é uma escolha mútua, que tem valor por si mesma. Os amigos em Cristo se unem no amor recíproco em favor dos outros. Não são fechados em si mesmos. Toda amizade precisa ser purificada; e algumas coisas podem destruí-la: injúria, calúnia, arrogância (o que impede a correção) e a traição.
Um santo diz que se acontecer de você ser agredido por um amigo, que você deve suportá-lo até que o possa. Assim você vai render honra à velha amizade. A amizade verdadeira, de fato, é eterna. Quem é amigo sempre ama. Devemos nos preocupar com o bom nome do amigo e não revelar jamais os segredos dele; mesmo que ele tenha revelado os nossos.
Hoje, eu gostaria de falar de um assunto diferente, ainda dentro do plano da amizade, que é fundamental para todas as idades. Queria falar de uma amizade, que é um fruto do Espírito Santo. Queria falar – com a Santíssima Virgem como nosso modelo – da amizade à castidade. Pois não podemos pensar num mundo novo sem a castidade. Esse mundo, que está aí, está desmoronando por falta dessa virtude. E um dos sinais é que ele está perdendo o sentido da vida, que é Deus e o amor. E qual é a coroa do amor? A castidade. Aquela pedra de toque que dá potência ao amor e o leva à plenitude.
A castidade é um escudo para os nossos relacionamentos. Mais que um escudo é uma expressão do verdadeiro amor. Ela nutre e potencializa o amor. Quando falta essa virtude [castidade], o amor perde a força em nós e nos tornamos presas fáceis do desamor, da violência e da degradação. A castidade é um segredo que os jovens cristãos têm para a sua vida; no entanto, o mundo de hoje perdeu a beleza dessa virtude nobre. Ela [castidade] é vista como um tabu, moralismo, preceito, obrigação.
Quem é casto ama por inteiro, não se dá por partes. Sabe por que o mundo perdeu o sentido da castidade? Porque perdeu o sentido de quem é Deus e quem é o amor. Portanto, como o mundo não sabe quem é Deus – e Deus é amor – não sabe o que é amor. E como não sabe quem é Deus, também não sabe quem é o homem. Porque só Deus pode revelar quem é verdadeiramente o homem.
O homem não é separado. Contudo, é isso que o mundo faz hoje com ele, ou seja, o separa. Começa a usar o corpo com um princípio utilitarista, como se “nosso corpo” não fosse “nós”, como se pudéssemos separá-lo. Dessa forma, começa-se a pensar: “Eu posso usar meu corpo para me auto-satisfazer egoisticamente (que é o pecado da masturbação, por exemplo, como se isso não ferisse o que somos por inteiro). E posso também usar o corpo dos outros para o meu bel-prazer; posso ficar com quantas meninas eu quiser numa noite (E vice-versa, as meninas também podem ficar com quantos quiserem). Meu corpo é apenas algo que eu uso como uma borracha, um lápis”.
Parece que nós nos enganamos. Cada união íntima de corpos é como um pedaço de você dado ao outro, porque seu corpo está intimamente ligado à sua alma. Em cada relação sexual feita fora do matrimônio, não pense que você está dando e recebendo prazer. Engano. Em cada relação sexual assim você está dando um pedaço de você para sempre àquela pessoa.
A castidade é um grande dom, que faz com que compreendamos a unicidade do nosso ser. Esse abraço, essa boca e esse beijo sou eu. Se eu vivo no pecado, eu me destruo e destruo os outros.
Por isso, meu irmão, o meu e o seu corpo não foram criados para um prazer egoístico, para a sensualidade que fere o nosso ser. A presença da castidade gera felicidade, dignidade, grande capacidade para amar, para se doar – não por pedaços –, mas para se doar por inteiro, como Jesus se deu na cruz. Hoje, vemos um mundo que despreza a beleza da castidade. Por isso, as conseqüências são tão graves.
Por isso, o “ficar” não deixa de ser um tipo, um certo nível de “prostituição”. Nos namoros avançados é valorizada mais a relação física. Sem uma relação profunda de amizade durante o namoro, não vai existir um matrimônio verdadeiro e feliz. E, infelizmente, como não priorizamos essa virtude [a amizade] nesse tempo [namoro], nós temos, por conseqüência disso, matrimônios imaturos, inseguros, muitas vezes, gerados por relações sexuais pré-matrimoniais. E assim vamos vendo os frutos nas nossas casas, nas nossas famílias... Vamos vendo uma sociedade que reivindica a regularização e a aceitação do adultério.
Onde começa essa deformação do mundo? Quando se despreza a castidade. Como podemos ser amigos da humanidade com uma sociedade que despreza a castidade? Como amigos de Deus e como amigos dos homens, nós somos chamados a testemunhar e a proclamar a beleza da castidade. E como é que podemos testemunhá-la e proclamá-la? Em primeiro lugar, com matrimônios castos, abertos para a vida. Precisamos de jovens que se disponham a viver namoros castos. Precisamos pedir essa graça a Deus.
Aos jovens que vivem uma luta desigual em relação à castidade, convido-os a virem ao encontro da Santíssima Virgem Maria, que é toda bela e casta. Ela deu Jesus ao mundo pela sua virgindade. Ela pode fazer você um jovem casto, virgem, puro, dando Jesus ao mundo pelo olhar, pelas mãos, pela Palavra. Se você quiser ser um jovem casto, venha até aqui serenamente, até os pés dela.
"Maria, santa e fiel, ensina-nos a viver como escolhidos".
Especial de Namoro: Temperamentos
Como lidar com as diferenças de temperamento no relacionamento
No nosso dia-a-dia, interagimos com pessoas diferentes, e cada uma exerce impacto sobre a forma como agimos e tomamos decisões. É difícil nos comunicarmos bem com pessoas que não compreendemos, porque freqüentemente interpretamos de forma incorreta ações ou palavras do outro e, muitas vezes, nos sentimos frustrados ao nos relacionar com quem age e pensa de forma oposta à nossa. Ter consciência das motivações subjacentes do outro pode permitir que resolvamos os conflitos antes mesmo que estes aconteçam.
Quando compreendemos as razões de alguém sobre aquilo que fez ou disse, é menos provável que reajamos negativamente.
Como afirma diácono Nelsinho Corrêa: "As diferenças não são barreiras, e sim, riquezas". É assim que precisamos ver as diferenças de temperamentos: como riquezas. E elas só podem se tornar riquezas se sairmos de nós mesmos para nos colocar no lugar do outro, procurando entender suas motivações.
A questão é que criamos um modelo coletivo de pessoa para nos relacionar, especialmente quando se refere a um relacionamento amoroso. Trazemos em nossa mente certo "tipo" de pessoa idealizada, tanto no aspecto físico quanto em características comportamentais. Isso faz com que nos relacionemos apenas com as aparências e não com a pessoa em si. Assim, as nossas relações correm o risco de se tornar cada vez mais superficiais. Dessa forma, as frustrações vão acontecendo, pois, como não conhecemos as riquezas e o valor do outro, julgamos pelas aparências.
Na verdade, as diferenças nos complementam. Enquanto encontramos pessoas que são calorosas, amáveis, simpáticas, com capacidade de atrair os outros como se fossem um imã; por outro lado, também encontramos outras que são práticas e possuem firmeza inabalável, são líderes natas. Essas pessoas obtêm sucesso onde os outros fracassaram. Aquele que é muito prático pode ter certa dificuldade em se relacionar, em conquistar a simpatia dos outros, e esta sua "deficiência" pode ser complementada se tem ao seu lado uma pessoa calorosa, simpática, que tem como ponto forte a capacidade de se relacionar.
Precisamos entender que ninguém é perfeito, que todos nós temos limitações e fraquezas. Precisamos caminhar num processo de aceitação de nós mesmos, de nossas limitações e fraquezas, assim como necessitamos aceitar o outro como ele é. A chave de bons relacionamentos está na aceitação do outro como ele realmente é, sem exigir dele uma mudança, a qual, muitas vezes, não conseguimos em nós mesmos.
Victor Frankl afirma que "o amor faz-nos contemplar a imagem de valor de um ser humano". Para ele, o amor autêntico capta o que a pessoa "é" no seu caráter de algo único e na irrepetibilidade e simultaneamente ajuda o outro a se conhecer melhor, alargando os horizontes. O amor autêntico traz em si reciprocidade, por meio do qual cada um se esforça para ser digno do outro e busca vir a ser tal como o outro o vê.
O segredo, portanto, está em procurar pelas riquezas que a pessoa traz em si; aceitar sem exigir mudança do outro, buscando enxergar os acontecimentos por meio do ponto de vista do outro, saindo de si mesmo. É necessário que abramos mão do que trazemos de figura idealizada para que possamos nos encontrar com a riqueza que é o outro.
Não entre em pânico!
Dr. Roque Savioli
Foto: Willieny Isaias
Umas das situações mais comuns no nosso dia a dia é a ansiedade. Nas grandes cidades, o trânsito, o dia a dia em si já faz com que a gente viva nesta ansiedade, preocupações na família, tudo isso nos causa uma ansiedade maior. O medo é normal a gente ter, é uma situação de auto-preservação, é por causa do medo, por exemplo, que deixo de ser multado numa rodovia, pois corro menos ou por causa dele eu evito um acidente, de cair de uma altura, eu evito causar problemas maiores por causa do medo.
O corpo quando está em situação de luta-fuga, de uma briga, por exemplo, precisa de mais oxigênio e isso é normal, pois a respiração aumenta, porém sentimos várias outras sensações que não podemos interpretar como sendo problemas de saúde, pois isso é normal em nosso organismo, porém há pessoas que tendo a doença do pânico, acabam ficando assustadas.
O que aconteceu com Jesus no Jardim do Getsêmani? Ele voltou três vezes em encontro dos seus discípulos e nas três vezes Ele os encontrou dormindo. Em Marcos 14, 34, Ele diz:
“A minha alma está numa tristeza mortal...”. Neste momento Jesus percebeu que o sofrimento que Ele ia passar, a morte, toda agonia, toda decepção que Ele ia ter pela negação de Pedro, de todos os amigos que iam lhe abandonar, aí Ele começou a ter a sensação de medo, de pavor.
Jesus passou por uma ‘hematidrose’, ou seja, Ele suou sangue, isso é um fenômeno raro na medicina, acontece quando existe um estado de extrema ansiedade.
Nós passamos por situações na vida, de doença, de medo dos sofrimentos, que não adianta, somos obrigados a passar por isso, faz parte da humanidade e não podemos ficar questionando porque que Deus faz uma pessoa ter uma doença, ter um câncer. Não temos que questionar nada disso, na verdade temos que entender os “para quês”, os motivos daquilo. Temos que aproveitar aquele momento para crescer e nestes momentos pedir que Deus mande o anjo consolador para que possamos passar por estes momentos.
A gente pensa em todo o sofrimento físico de Jesus, porém não pensamos no sofrimento mental pelo qual Ele passou, todo stress, toda a agonia que Ele passou a partir do Getsêmani já o deixava num estado deplorável, pois Ele já estava muito debilitado.
Eu digo a vocês que no meu dia a dia de médico vejo quantas pessoas sabem aproveitar o momento da doença e quantas deixam de aproveitar aquele momento para crescer. Quantas pessoas tem um infarto e entendem aquele infarto como um sinal pedagógico de Deus. Mudam a vida, valorizam mais a família, procuram o lado da espiritualidade, deixam de ser pessoas que vivem somente para a profissão, para sua carreira, para o seu dinheiro e começam a viver a preocupação deles com Deus e com a família, aí sim eles aproveitam aquele momento. Esta é a vantagem de se entender o sofrimento, entender a pedagogia do sofrimento e para que Deus permitiu que você passasse por isso. Padre Léo, por exemplo, soube viver muito bem isso, como Ele dizia em sua última palestra aqui na Canção Nova:
“A pessoa pode perder tudo, porém não pode perder a fé”.
Na minha vida de médico cardiologista clínico, muitas pessoas me procuram se queixando de dores no peito, queixando-se de falta de ar e na verdade são sintomas que sugerem doenças cardíacas, mas não são cardíacas, quem sofre não é o coração físico, mas sim o coração psíquico e espiritual. São problemas de afetividade que as pessoas transfere. Normalmente o organismo transfere para o peito, pois o peito é o centro de toda afetividade e muitas pessoas pensam que sofrem do coração e vão ao cardiologista pensando que estão com um problema mais grave.
Eu me formei em 1974, naquela época não falávamos de síndrome pânico, só em 1980 que começamos falar em pânico. Os doentes que passaram por isso nem sempre eram bem cuidados, pois os médicos associam isso a doenças psicossomáticas e muitas vezes não dão muito valor. Hoje já se sabe melhor o que é transtorno de pânico, o ataque de pânico ou ataque de medo. Para termos uma idéia, se pegarmos a população nos últimos 12 meses, 12% das pessoas já sofreram um ataque, mas a pessoa que tem a doença costuma ter vários ataques.
"Nunca deixe seu lado espiritual esquecido", diz Dr. Roque
Foto: Willieny Isaias
A pessoa que tem a síndrome do pânico ela pode ter de uma hora para outra um ataque espontâneo e de repente ela acorda com o coração batendo depressa, falta de ar, a respiração de forma mais rápida e ela tem a sensação de que vai morrer e muitas outras sensações. A pessoa que sofre de síndrome do pânico não está inventando nada, ela passa pelas coisas não porque quer e sim porque elas passam por uma doença e precisam ser ajudadas, precisam ter atenção, precisam ser ouvidas e muitas vezes são mal interpretadas.
Umas das coisas que sempre complica com as pessoas que tem pânico é que ela pensa que tem uma doença muito grave e ninguém descobre, e daí elas entram numa depressão, um sentimento de morte. Há pessoas também que procuram buscar o espiritismo e isso acaba agravando a situação, pois lá vão falar que elas têm um espírito junto dela e deixam a pessoa que tem pânico mais para baixo ainda e acabam jogando mais culpa nessa pessoa e o estado piora.
Atendi uma senhora e eu disse para ela: "A senhora terá que fazer uma cirurgia e colocar cinco pontes de safenas", ela se revoltou e disse: "Que absurdo Deus está sendo injusto comigo" e eu pedi a ela para sentar e disse: "A senhora fumou a vida inteira, não cuidou do seu colesterol, da sua diabetes e a senhora me fala que Deus é quem tem culpa disso?"
As pessoas com pânico têm medo até de tomar remédio, mas a gente trata essa doença com remédio, não tem essa de dizer: "Doutor eu não vou tomar remédio". O pânico faz pessoas mudarem de vida, mudar de emprego, acaba em divórcio, pois alguns não agüentam as situações da pessoa com pânico. Como devemos viver com as pessoas com pânico? Nós devemos compreendê-las e não entrar em pânico também e não devemos falar a elas: "Não seja ridículo, não seja covarde, você pode lutar contra isso", isso não ajuda, pois isso é uma doença e a pessoa até quer lutar contra isso, mas não consegue.
Em Medjugore eu aprendi com Nossa Senhora uma receita e vou ensinar a vocês, façam as "cinco pedrinhas" e quais são? Rezem o terço diário, comunguem diariamente, façam a leitura da Palavra de Deus, o jejum semanal e a confissão mensal, isso é um remédio para combater o pânico na dimensão espiritual, não deixe de tomar os remédios, não faça esta burrice, pois muitos agravam o quadro porque ouviu pessoas falarem para parar, pararam e hoje estão piores. A doença ataca as três dimensões do ser humano, corpo, psiquismo e espírito, nunca deixe seu lado espiritual esquecido, Jesus curava as pessoas por completo, hoje nós temos médicos que podem curar o corpo, médicos que podem curar o psiquismo e a comunhão com Deus pode curar nosso espírito.
Fonte: Cancaonova
Evangelho (Mateus 5,1-12)
Segunda-Feira, 9 de Junho de 2008
Bv. José de Anchieta
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo Mateus.
Naquele tempo: 1Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e sentou-se. Os discípulos aproximaram-se, 2e Jesus começou a ensiná-los: 3“Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus. 4Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados.
5Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra. 6Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
7Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. 8Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.
9Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. 10Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus.
11Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e, mentindo, disserem todo tipo de mal contra vós, por causa de mim.
12Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus. Do mesmo modo perseguiram os profetas que vieram antes de vós.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
Postado por: Padre Bantu Mendonça K. Sayla
Junho 9th, 2008
Jesus começa o Sermão do Monte com as bem-aventuranças. Para Ele é Bem-aventurado, é feliz ou abençoado. A pessoa que tem um caráter que, do ponto de vista mundano, as fariam infelizes. E sendo infeliz para o mundo seria feliz e por isso apto para o Reino de Deus
Qual é este caráter? O Mestre o descreve: Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos céus . Os pobres de espírito têm uma natureza humilde, e submissa. Somente aqueles que reconhecem o seu estado de pecador diante de Deus, aceitam o sacrifício feito por Ele quando deu o Seu Filho para morrer na cruz do Calvário em seu lugar, arrependem-se do seu pecado e morrem para si para viver em novidade de vida, obedientes a Deus, é que são pobres de espírito.
Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados. Veja bem! Não basta chorar. Não é tanto a tristeza por causa de más experiências próprias, mas pelo pecado existente em si e no mundo, e pela rejeição do Salvador por parentes, amigos e conhecidos.
Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra. Os mansos aceitam a adversidade com placidez, eles se acomodam com sua própria situação, não são contenciosos nem se vingam contra os seus algozes.
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos. Estes são os que procuram praticar a justiça e anseiam ver honestidade, integridade e justiça no mundo ao seu redor, e santidade na igreja. Isto lhes será amplamente suprido no reino de Cristo, pois a retidão predominará e os mais altos padrões morais tomarão o lugar da corrupção que existe no mundo atualmente.
Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia. Essas pessoas são compassivas, têm pena e aliviam os que estão sofrendo, perdoam as dívidas dos que não podem pagar, ajudam os necessitados e fazem o bem ao próximo.
Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus. Ninguém em sua natureza humana é limpo de coração, mas o Senhor Jesus disse: Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado. Só o sangue de Cristo nos limpa de todo o pecado, e nos mantemos limpos mediante a lavagem constante pela Palavra de Deus.
Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus. Os pacificadores são aqueles que agem no sentido de promover a paz. Não é somente observar e desejar que haja paz. A maior paz que pode ser promovida consiste em obter a paz com Deus
Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus. Não se trata dos criminosos que se acham perseguidos, mas dos que, pela sua fé em Cristo, procuram viver de maneira justa, honesta, íntegra e são perseguidos por causa disso. A sua pureza de caráter levanta o ódio do mundo, que vê nisto a sua própria condenação.
O caráter do cidadão do reino de Deus apresentado nestas bem-aventuranças corresponde ao do pecador salvo pela fé em Cristo.
Motorista do DF é 'flagrado' a 880 km/h no Rio de Janeiro
Multa foi aplicada em Niterói; ele recorreu, mas seu pedido foi indeferido.
Para o Denatran, ele terá de pagar a multa para recorrer e ter o valor devolvido.
O engenheiro de alimentos Rafael de Andrade não consegue regularizar o IPVA deste ano de seu carro porque deve R$ 127,69 ao Detran do Rio de Janeiro por uma multa que se recusa a pagar. O órgão carioca o acusa de passar a uma velocidade de 880 km/h por um radar eletrônico em Niterói (RJ), em uma via cuja velocidade máxima era 60 km/h.
Rafael entrou com recurso no Detran de Niterói. Achou que a multa ia ser desconsiderada, mas ela foi mantida. Para o Detran de Brasília, o documento do carro só sai se ele pagar a dívida. “Eu me recuso a pagar a multa”, indigna-se o engenheiro. “Estou sem documento aqui no DF e, se for parado, quero saber o que eu vou falar para o guarda”, reclama.
O piloto profissional de Fórmula Três Rodolfo Santos considera absurda a alegação do Detran do RJ. “Nem um carro de Fórmula 1 conseguiria atingir 880 km/h. Eu piloto o carro mais veloz da América do Sul e a gente consegue atingir 270 km/h, o que já é uma coisa muito alta.” O carro de Rafael é um Gol 1.0.
Camiseta 'high-tech' avisa atleta quando é hora de tomar água
Uma empresa na Suíça promete lançar, nos próximos meses, um tecido capaz de identificar os níveis de água e de alguns nutrientes no suor do atleta. Os sensores conseguem alertar um tenista, por exemplo, que é hora de dar uma pausa e tomar água.
O tecido da Biotex tem fios que 'atraem' o suor para áreas específicas, onde estão pequenos sensores que fazem a medição do nível de sódio, potássio e a acidez do suor. A análise é feita em tempo real e transmitida, sem fio, para diversos tipos de equipamentos eletrônicos.
A idéia é que atletas utilizem relógios capazes de receber estes sinais sem fio - da mesma forma que já é feita com monitores de freqüência cardíaca.
"Quando você está dirigindo um carro, você precisa observar o medidor do tanque de combustível. Em atividades esportivas, as informações ajudam o atleta a saber se é hora de acelerar ou descansar um pouco", afirma Jean Luprano, coordenador do projeto.
Os próximos passos da empresa, segundo Luprano, são a criação de sensores capazes de ajudar diabéticos e obesos a controlarem a alimentação.
G1
Passageiros contabilizam prejuízos após paralisação do transporte público em São Jose
Depois do caos provocado pela greve dos motoristas e condutores do transporte coletivo em São José dos Campos, a população voltou à rotina nesta sexta-feira (6).
Os dois dias sem ônibus causaram transtornos e prejuízos. Nesta sexta-feira, eles voltaram a rotina dos 180 mil usuários do transporte coletivo de São José, mas quem depende dos ônibus ainda está em alerta.
A greve que parou 100% dos coletivos pegou a população de surpresa. Passageiros ficaram no sufoco, sem chance de escapar do prejuízo. Alguns pagaram mais caro pelo transporte alternativo e outros acabaram perdendo o dia de serviço.
O Tribunal Regional do Trabalho condenou a paralisação. Ameaçados de pagar multa de R$ 10 mil por dia de greve, a categoria decidiu retornar ao serviço.
“As ordens judiciais eram muito pesadas. Inclusive, houve ameaça de prisão para qu
em não cumprisse a liminar”, disse José Carlos de Souza, presidente do sindicato.
Uma nova reunião entre sindicato e representantes das empresas está marcada para a próxima segunda-feira (9). Os trabalhadores querem ouvir a proposta para o pagamento do Fundo de Garantia e do INSS, que não vem sendo recolhidos há pelo menos cinco anos, segundo o sindicato. Depois disso, cobradores e motoristas deverão se reunir em uma nova assembléia.
Alfredo de Freitas, secretário de transportes de São José, prevê duras ações caso a greve se repita da mesma forma.
“Terá tolerância zero para circunstâncias que se aproximem do que aconteceu. Não podemos ter prejuízo à população de maneira alguma”, disse Alfredo.
O sindicato participou no fim da tarde desta sexta-feira (6), de uma audiência de conciliação, no Tribunal Regional do Trabalho, em Campinas, para explicar porque não colocou parte da frota nas ruas, ontem, como tinha sido determinado pelo TRT.
Por que Deus criou Lúcifer se sabia que ele ia se rebelar?
Deus criou todos os anjos bons; os que se tornaram maus, foi por sua culpa própria. Se Deus criou os anjos livres, e por isso, à sua imagem e semelhança, como fez também com os homens, é porque, na Sua Sabedoria e bondade infinitas achou que isto era bom. Não podemos entender todos os mistérios de Deus, mas temos que confiar Nele. Se Deus não fizesse os anjos livres, capazes até de rejeitar a Deus, eles não seriam belos e dignos. Deus não quis criar anjos como robôs, mas livres.
Prof. Felipe Aquino
Qual a origem da medicina alternativa? Nós Cristãos podemos usá-la?
A medicina alternativa é antiquissima e amplissima; difícil de analisar no todo. O importante é naõ se aventurar em usar o que a Medicina não aprova; muitas pessoas se contaminam e intoxicam com ervas nativas. A tal varinha de metal é usada na bioenergia; não consigo ver fundamento científico nisto, me parece mais fantasia e magia.
É importante também saber rejeitar todo esoterismo, magia e fetichismo envolvido na medicina alternativa.
Prof.Felipe Aquino
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